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A faixa 7.000 reúne saídas ou prestações de serviços para o exterior. Esta página funciona como referência de consulta para NF-e, XML, SPED Fiscal, cadastro de produtos, parametrização de ERP e conferência de documentos fiscais. Uso recomendado: quando um artigo mencionar um código como CFOP 7.101, o plugin de links pode direcionar para esta página […]
A faixa 7.000 reúne saídas ou prestações de serviços para o exterior. Esta página funciona como referência de consulta para NF-e, XML, SPED Fiscal, cadastro de produtos, parametrização de ERP e conferência de documentos fiscais.
Uso recomendado: quando um artigo mencionar um código como CFOP 7.101, o plugin de links pode direcionar para esta página usando a âncora do código: #cfop-7101.
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A faixa 7.000 abrange operações de saída ou prestação de serviço em que o destino está no exterior. Em termos práticos, ela deve ser usada quando a operação se enquadra como saídas ou prestações de serviços para o exterior.
O primeiro dígito do CFOP indica a macro-origem ou macro-destino da operação. Por isso, antes de escolher o código específico, valide se a operação é interna, interestadual ou com o exterior.
A lista abaixo traz uma versão editorial comentada para consulta rápida. Cada CFOP foi separado em bloco próprio para facilitar a leitura, a linkagem interna automática e a identificação dos códigos relacionados.
Quando usar na prática: Exportação de produto industrializado ou produzido pelo próprio estabelecimento.
CFOPs relacionados: 3.201 / 5.101 / 6.101
Quando usar na prática: Exportação de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros.
CFOPs relacionados: 3.202 / 5.102 / 6.102
Quando usar na prática: Exportação de produção própria armazenada fora do estabelecimento.
CFOPs relacionados: 3.201
Quando usar na prática: Exportação de mercadoria de terceiros armazenada fora do estabelecimento.
CFOPs relacionados: 3.202
Quando usar na prática: Exportação de produção própria vinculada a drawback.
CFOPs relacionados: 3.127 / 3.211
Quando usar na prática: Exportação de mercadoria vinculada a regime especial Recof-Sped.
CFOPs relacionados: 3.212
Quando usar na prática: Devolução ao exterior de mercadoria comprada para prestação de serviço.
CFOPs relacionados: 3.126 / 3.128
Quando usar na prática: Saída ao exterior por trading/comercial exportadora de mercadoria recebida para exportação.
CFOPs relacionados: 1.501 / 2.501 / 3.503
Quando usar na prática: Exportação após formação de lote.
CFOPs relacionados: 1.505 / 2.505
Quando usar na prática: Venda ao exterior de bem do ativo imobilizado.
CFOPs relacionados: 3.553 / 5.551 / 6.551
Quando usar na prática: Devolução ao exterior de bem adquirido para ativo.
CFOPs relacionados: 3.551
Quando usar na prática: Devolução ao exterior de material de uso/consumo importado.
CFOPs relacionados: 3.556
Quando usar na prática: Exportação de combustível/lubrificante próprio para industrialização.
CFOPs relacionados: 3.651
Quando usar na prática: Exportação de combustível/lubrificante de terceiros para industrialização.
CFOPs relacionados: 3.651
Quando usar na prática: Venda para consumo final em embarcações/aeronaves em tráfego internacional.
CFOPs relacionados: 3.667
Quando usar na prática: Saída de bem amparada por exportação temporária.
CFOPs relacionados: 3.930
Quando usar na prática: Código residual para saídas ao exterior não enquadradas em código específico.
CFOPs relacionados: 3.949
O mesmo item pode ter CFOP diferente conforme a finalidade. Se a mercadoria for comprada para revenda, será um enquadramento. Se for destinada ao uso e consumo, será outro. Se for devolvida, transferida ou remetida para industrialização, a natureza fiscal muda novamente.
Em devoluções e retornos, compare o CFOP de entrada com o CFOP da saída original. Essa conferência reduz erros de escrituração e melhora a consistência entre NF-e, XML e SPED.
O CFOP não trabalha sozinho. Depois de escolher o código, valide CST ou CSOSN, base de cálculo, alíquota, ICMS-ST, IPI, PIS, COFINS e informações complementares quando aplicável.
| Conferência | Pergunta prática |
|---|---|
| Origem/destino | A operação pertence mesmo à faixa 7.000? |
| Natureza | É compra, venda, devolução, remessa, retorno, transferência ou prestação de serviço? |
| Finalidade | A mercadoria será revendida, industrializada, consumida, integrada ao ativo ou remetida a terceiro? |
| Documento fiscal | O CFOP está coerente com a natureza da operação da NF-e/CT-e? |
| Tributação | CST, CSOSN, ICMS, ICMS-ST, IPI, PIS e COFINS foram revisados? |
| Escrituração | O código será escriturado corretamente no SPED Fiscal? |
Os códigos que merecem atenção inicial nesta faixa são: 7.101, 7.102, 7.105, 7.106, 7.127, 7.129, 7.210, 7.501. Eles aparecem com frequência em operações de compra, venda, devolução, uso e consumo, transferência, remessa e retorno.
Significa saídas ou prestações de serviços para o exterior, conforme a lógica oficial de agrupamento dos códigos fiscais de operações e prestações.
Não é recomendado. Códigos residuais devem ser usados apenas quando não houver código específico aplicável à operação.
Não. O CFOP identifica a natureza da operação, mas a tributação depende também de CST/CSOSN, NCM, regime tributário, UF, produto, benefício fiscal e legislação aplicável.
Não. Ela serve como referência técnica e editorial. Operações complexas devem ser revisadas com base na legislação vigente, no regulamento estadual e no contexto da empresa.